sábado, 14 de maio de 2011

Sarinha, boing boing, goiabinha.

E derrepente bate a saudade, aquela nostalgia.
De todos os meses daquele ano.
Da estrela cadente, e do igapó.
E você olha pra trás e não tem ninguém, porque ela está aqui, do seu lado.
Mesmo depois de anos luz, de décadas, ela continua a mesma.
E você começa entender como é confiar em alguém, você entende a amizade.
E mesmo que nada pareça real, você não tem medo de se enganar.
Todos os dias do outro ano, são os mesmo deste ano, é tudo igual, nada mudou.
Ah, como eu amo. s2

Nenhum comentário:

Postar um comentário