segunda-feira, 8 de agosto de 2011

          Eu sei é doce te amar, o amargo é querer-te pra mim.

Todas as cartas rasgadas, todos os sonhos guardados, todo sentimento jogado ao vento. A poeira do tempo encobrindo cada passo dado, os segundos se arrastam para longe, te vejo como um estranho, de repente tu se tornas alguém desconhecido pra mim. É como se eu tivesse medo de reviver cada mentira, é como se seu perfume não agradasse mais meu olfato, o medo toma conta do meu ser a cada noite mal dormida, minha mente entra em choque a cada flash de lembrança que traz atona tua imagem, minhas mãos soam a cada vez que ouço seu nome, meu coração se aperta a cada vez que tenho a ideia de perder algo que já não é tão meu; O amor e seus truques, é como um mágico ou ilusionista, que a cada show tem um novo coelho na cartola; O amor, um sentimento tão nobre que justifica atos tão baixos; Mesmo que você viva zil anos nunca chegarás a forma correta de amar, nem conseguirás descrever em palavras claras tal sentimento.
Já não sei mais como é que explico tantas coisas inexplicavéis, não sei qual equação uso para chegar no x desta questão, ainda me vislumbro com tua presença, porém me decepciono quando viro e vejo que aqui tu não estás e no fim as lembranças são minha maior companhia nestes momentos fracassados cheios de nada, cheios de solidão.

"O quereres e o estares sempre a fim, do que em mim é em mim tão desigual, faz-me querer-te bem, querer-te mal. Bem a ti, mal ao quereres assim, nfinitivamente impessoal e eu querendo querer-te sem ter fim. E, querendo-te, aprender o total do querer que há, e do que não há em mim"

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