quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013



Vivi tempos de guerra e de paz, e se tem uma coisa que não me surpreende mais é o amor. São tantas traduções, tantas lágrimas que não secam, palavras bonitas e feridas que não se fecham pra tentar explicar essas quatro letras.
A ciência tenta explicar, a religião impor regras, os pessimistas evitam, os otimistas procuram.
O engraçado da história é como ela se contradiz. Uns dizem que amor é luz, outros dizem que é dor. Já vi amor dar a vida e tira-la também.
Me disseram que é universal e que todos estão sujeitos a sentir mas se todos o sentem, por que uns se dão bem com ele e outros não? Seria como a sorte ?
Talvez tudo isso seja relativo. Pro amor não existem regras, nem manual de instruções. Para uns amor pode ser um suspiro, um arrepio, uma motivação, a pegação. Pra outros pode ser o desespero, o desapego, a indecisão, uma destruição.
No final de cada história, uma conclusão. A ciência pode sim chegar a cura do cancêr, mas nunca entenderá o que significam cada uma destas letras, é uma luta interminável entre o sentimento e a razão.

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