Seu riso ecoava em meus ouvidos como a mais bela música.
Ela estava ao meu redor, em tudo, até na brisa gelada.
Bastava eu fechar os olhos e o arrepio surgia. Era como lembrar do batimento ritmado com a respiração aliviada por saber que estava no lugar mais seguro.
Eu havia o criado para meu deleite, não existia no mundo real, nele nem se quer corria tempo. Criado dia-adia com a paciência de um monge, com todo luxo que uma princesa merece.
Mas princesas sempre procuram príncipes, e eu nunca fui um.
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