O nome disso é vazio. Um amontoado de coisas que não preenche nada. Um caminhar certo que leva pra direção errada.
Quem disse que o topo do penhasco trazia medo? Ele traz sorte.
Quando se está no topo de tudo, nada parece conveniente, pois tudo que vem do nada alguma hora se maquia de tudo que precisa.
É um paradoxo anormal, um vortex que emabaralha o córtex. Nesse estado atemporal penso que tudo se cria, mas não crio nada, porque o buraco de minhoca é grande.
Ainda não entendi o niilismo de Nietzsche.
A marca no cimento fresco é fundo, meu passo na terra é rápido, quero acabar logo essa jornada. Mas não sendo Star, só vejo Wars e não reconheci meu pai.
Meus livros se aposentaram, quero chegar em casa mais cedo, correndo de Atena, abraçando Morfeu, quantas analogias mais tenho que fazer eu?
O poeta cansou e a tinta secou.
Segundo a biologia tudo muta, nada se cria. A sociedade faz o indivíduo.
Estamos equivocados em criar uma nova narrativa.
Soma total do produto.
O nome disso é vazio, algo que se cria no nada, dentro de seres vazios que procuram o caos em meio a paz e Froid diria:
Vocês estão loucos.
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