Me disse que as coisas não precisavam ser ciclicas. As coisas mutam.
Pixou nos muros da cidade frases de efeito e estampou o rosto em cada outdoor.
Se fez de cadeia quimica linda a me fazer querer aprender.
Então pintou os muros de branco, como Marisa. Se fez Monte, arduo de superar a subida.
Esqueceu-se de avisar que o universo só não colide pela órbita, essa que não tenho controle.
Dissimulou como tudo que é real, palpavel, circunferencia.
Perdoa, é sim, ciclico.
Se fez perfeita ligação, carbonada.
Se ligou a mim
e a mais quatro.
Não sou bobo, não morro de fome.
Mas prossigo, cachorro sem dono.
Dera ser eu Gentileza, que inspirou Marisa...
Fui a tinta que rasbicou o muro.
Oxigenio no espaço-tempo,
inexistente.
Fui os olhos obliquos,
mas não dissimulei,
dissimulou.
Pixei,
pintei,
explodi,
fiz-me cadeia.
De tudo, sei hoje eu,
de nada,
mas compreendo a ligação
e faço ciclico meu viver:
se não vinga o amor,
vinga a escrita
o poeta,
este que não traio,
que me vira comparação e me absolve desses meus erros tão falhos.
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Cíclico
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